Em câmara lenta,
Vejo sinais,
Deixados aqui e ali,
Pela brisa do vento.
São marcas rasgadas,
E o esquecimento,
De quem não aprende com o passado.
A alma vazia,
Busca o desconhecido,
Coberta pela tumultuosa,
Vontade de voltar a viver no presente.
A destreza afastou os fantasmas,
Mas o arrependimento que não fora convidado,
Não aceita ficar sossegado.
O passado continua a bater à porta,
E o presente foge-me das mãos,
O tempo corre ao contrário,
As horas estao do avesso,
Tenho arrepios no futuro,
E agora nao me conheço.
Fábio Salvador

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